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A mostrar mensagens com a etiqueta FILIPA RIO MAIOR

Os “Acordos de Abraão” são tudo menos um acordo de paz

      ANA BENTO, FILIPA RIO MAIOR, HENRIQUE COELHO e IANIRA VIEIRA  investigam o tema das normalizações entre Israel e os países árabes. Em específico, analisam o acordo de paz entre Israel e os Emirados Árabes Unidos e averiguam as suas consequências económicas e políticas. Para além disto, é de ressaltar que Donald Trmp recebeu uma nomeação para o Prémio Nobel da Paz uma vez que a casa Branca foi palco da assinatura dos históricos “Acordos de Abraão”.    Em 1948, seguindo a Resolução 181 da Assembleia da Organização das Nações Unidas , o primeiro-ministro israelita, David Bem-Gurion, proclamou a Declaração de Independência de Israel. Consequentemente, esta ação foi, pode dizer-se, uma "alavanca" para o conflito entre Israel e os países árabes. O conflito, denominado de “Guerra dos Seis Dias" , teve como desfecho a vitória de Israel e a ocupação dos territórios de estados árabes. Após esta guerra, organizou-se uma cúpula da Liga Árabe que con...

A importância das relações de Portugal com os PALOP e com a CPLP no panorama internacional

FILIPA RIO MAIOR  aborda as relações de Portugal com os Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) e com a Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) e a importância que as mesmas tiveram (e ainda têm) no panorama internacional.     

Intervenção das tropas brasileiras na Missão do Haiti dá vantagem ao Brasil no panorama internacional

FILIPA RIO MAIOR   destaca que a participação do exército brasileiro na missão de paz criada pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas (CSNU) na crise humanitária do Haiti ampliou a sua atuação e o seu peso junto da comunidade internacional do século XXI.         

A anexação do “teto do mundo” e os (esquecidos) Direitos Humanos

FILIPA RIO MAIOR  afirma que 70 anos após a ocupação do Tibete por parte da China ainda nada foi feito, sublinhando que a Organização das Nações Unidas se mantem em silêncio num jogo de hipocrisia onde os interesses socioeconómicos são mais importantes que os Direitos Humanos (DH).